Tuesday, March 29, 2005

Eles s´essaram assim...

Eis aqui alguns trechos que sustentam a ideia da nossa Elite:

“Ainda te lembras amor, como tudo começou, se te esqueceste eu não (...) aperta aperta com ela” (já estou a ver, lá p´ros lados de Celorico da Beira, as velhitas do bigode a entoar em unisono esta passagem...)
“Pensa bem, há quanto tempo nem um beijo me dás, vives comigo numa guera sem paz...” (esta senhora não deve bater bem, já alguém viu um guerra com paz?)
“ (...) que garagem apertadinha que doçura de mulher, tiro cedo ponho à noite, e às vezes à tardinha estou até mudando o óleo na garagem da vzinha” (já não se fazem vizinhas destas hoje em dia, ora vão lá ver se na Cova da Moura também é assim?)
“nunca na vida, por coisa alguma, eu vou esquecer que mãe há só uma” (bom, e pai também, ou não?)
“Qual é o melhor dia para casar sem sofrer nenhum desgosto..”.(ainda há quem viva de ilusões...)
“ e o teu sex appeal, com o resto faz o tempero final, que me deixa o peito louco a explodir, de paixão fatal (...) coisinha sexy coisinha sexy, és demais!” (isso de explodir o peito cheira-me a silicone que entra em rota de colisão com o vinagre...ela falou em tempero não foi??)

Muitos e muitos mais textos bem conseguidos podiam aqui constar, mas o certo é que todos eles sustentam a ideia da existência de um dia nacional da música pimba...desculpem, ligeira...
Com apresso

J.M.

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